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Os ataques do governo golpista para a retirada de direitos históricos dos trabalhadores e trabalhadoras continuam em pleno curso, agora com divisão de tarefas entre as forças golpistas. Enquanto no Congresso Nacional os parlamentares entregam o Pré Sal às multinacionais petroleiras, congelam os investimentos em saúde, educação, agricultura familiar, dentre outros gastos sociais (PEC 55 no Senado, ex-PEC 241 na Câmara), elaboram ainda uma reforma da previdência que estabelece idade mínima para as aposentadorias, reduz os benefícios dos futuros aposentados, acaba com o reajuste das atuais aposentadorias pela inflação e destrói a política de valorização do salário mínimo, além de igualar a idade de aposentadoria para homens e mulheres.
Por outro lado, o STF também vem fazendo o jogo dos patrões e golpistas na retirada de direitos, ao acabar com a ultratividade nas relações de trabalho e chamar para si a responsabilidade de outras decisões que acabam com a CLT, como o negociado sobre o legislado e a terceirização geral e irrestrita, ambos rechaçados pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho) e que agora vão para decisão do STF.
Como a CUT já alertava em 2015, o golpe não foi contra a presidenta Dilma, mas contra a classe trabalhadora e a população mais pobre do país. Nessa conjuntura, a única saída para barrar as ações em curso é a forte resistência da classe trabalhadora brasileira.
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