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Diversos movimentos sindicais se reuniram na tarde desta sexta-feira (28) para participar da Greve Geral, em Xanxerê. O movimento acontece em todo o país e se mobiliza principalmente contra as reformas trabalhistas e da previdência. A expectativa é que mais de 500 pessoas de Xanxerê e região se reúnam no centro do município.
Andreia Koloscki, presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio, comenta que o chamamento foi feito para todos os trabalhadores e sindicatos para participarem deste momento.
“A gente fez essa organização, chamamos os empregados de todas as categorias, por que não é só a nossa que vai ser prejudicada. Pois, quando falamos em reforma a gente quer melhorar e essas mudanças não está mudando a vida de ninguém. Os trabalhadores já estão percebendo que essas mudanças vem para a retirada de direitos”, comenta Andreia.
O Vereador Lenoir Tiecher e Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos destaca que a classe segue unida e trabalhando contra as mudanças propostas. “Faz um bom tempo que estamos manifestando diante do perigo para a classe trabalhadora. Infelizmente essa semana pudemos acompanhar a aprovação da reforma trabalhista, sabemos que tem a reforma da previdência também que virá, mas nós vamos continuar lutando. Agora a pressão é para cima dos senadores, esperamos conseguir que a classe trabalhadora não seja tão prejudicada com essa retirada de direitos”, diz.
O vereador e sindicalista Adriano de Martini também comenta que caso não surja efeito essa paralisação do dia de hoje, há a possibilidade de greve geral por tempo indeterminado.
“Este dia para nós é um dia de indignação, nós não gostaríamos de estar nas ruas protestando pois tínhamos já direitos conquistados a duras penas que infelizmente, sofre com um grande ataque. Então, estamos novamente nos movimentando contra essa reforma da terceirização que já foi aprovada, sancionada pelo presidente Temer, pela reforma trabalhista que foi aprovada na Câmara dos Deputados e a Reforma da previdência que será votada. Esses três principais temas que significam um retrocesso. A Greve Geral é de um dia, mas se continuar os debates sem mudanças, as bases sindicais irão chamar uma greve geral por tempo indeterminado, pois isso tudo é um ataque muito grande aos direitos, a dignidade, principalmente para aqueles que mais precisam”, finaliza.
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