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Nesta quarta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, trabalhadoras de todo o país foram para às ruas para barrar a reforma da Previdência proposta pelo governo ilegítimo Michel Temer. As CUTistas em parceria com movimentos sociais e populares denunciaram os prejuízos que as mulheres sofrerão se esta reforma for aprovada.
O projeto de Temer atende a dois grandes propósitos: prolongar ao máximo o acesso e reduzir o valor do benefício.
As mulheres serão as principais afetadas com a proposta que desvincula o salário mínimo do benefício, equipara a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres e aumenta o tempo mínimo de contribuição de 15 para 25 anos. Se quiser receber o beneficio integral, a trabalhadora ou o trabalhador terá que contribuir durante 49 anos pelo teto do INSS.
A desigualdade de gênero na sociedade e no mundo do trabalho impacta diretamente na aposentadoria, mas foi ignorada quando as novas regras foram pensadas. As mulheres têm salários menores, trabalham mais, não tem oportunidades de promoção iguais aos dos homens. Além disso, elas estão nos empregos mais precários e ainda são elas, na grande maioria das vezes, as responsáveis pelos cuidados com a família e as tarefas domésticas.
Em Santa Catarina, treze cidades fizeram atividades com as mulheres trabalhadoras, o SEC de Xanxerê juntamente com o Coletivo Sindical esteve presente no movimento que aconteceu em Chapecó.
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